Efeito bolha: o problema agravado pelas redes sociais
Enviada em 24/03/2022
O uso de algoritmos para exibir o que for significativo começou com o Google em 1996. Desde então as redes sociais se expandiram, o que transformou o modo de agir e pensar das pessoas e criou um novo formato de venda da informação. A ideia de guardar convicções impopulares por medo de exclusão social é menosprezada pelo efeito bolha.
Nesse sentido, a Teoria da Norma Emergente vem à tona para explicitar o comportamento não-tradicional, principalmente associado à ação coletiva, fundamentado em uma urgência de novas normas práticas. Um exemplo foi a invasão do Capitólio dos Estados Unidos convocada para protestar contra as eleições de 2020. Desde então, os atos levantados nas redes têm sido tratado com cautela pela imprensa.
Assim, por serem formadoras de opinião e por terem 30% da audiência advinda desse meio de comunicação, os jornais precisam estimular o debate saudável. A polarização é evidente e segregar vem sendo a solução desses que buscam comercializar seus materiais e afunilar os contestadores. Então, torna-se mais importante mercantilizar o que seu público quer ouvir e, em casos controversos, ofender diretamente seus opositores.
Logo, se faz necessário o aprimoramento do indivíduo e das empresas e pessoas públicas para um debate respeitoso. Os algoritmos guiam à cidadãos que pensam e agem como o usuário. Para obter um horizonte de ideias é essencial buscar as fontes do conteúdo e ler opiniões contrárias, além de pesquisar a veracidade em portais como E-farsas e boatos.org. com isso, se atinge outras maneiras de identificar uma situação e ciência de todos os fatos.