Efeito bolha: o problema agravado pelas redes sociais

Enviada em 27/03/2022

No desenho animado Attack on Titan, conta a história de um povo que vive dentro de muralhas para se protegerem de monstros que os querem devorar, por conta dissi eles não faziam ideia do mundo fora dessas muralhas, que tem ideias, pensamentos e culturas totalmente diferentes da deles. Essa obra se assemelha com a realidade, há pessoas na internet que vivem dentro de sua própria bolha e não se permitem conhecer ou são ignorantes a outros assuntos que não gostem. Diante desse problema, muitas pessoas se privam de conhecer assuntos novos e seu algoritmo só contribui para isso continuar.

É evidente que existem grupos dentro das redes sociais com diferentes ideologias, isso por um lado é bom pois assim a pessoa poderá interagir com outras pessoas com pensamentos parecidos com o dela, assim podendo espalhar o bem para os outros. Entrertanto tudo tem um lado ruim, existem pessoas que usam desse recurso para criar grupos que espalham o mal e o ódio gratuitamente aos outros afim de se divertir com a tristeza dela, machucando profundamente alguém com esses ataques, fazendo machucados e cicatrizes que nunca mais sumiram.

É certo que parte da culpa desse problema é do algoritmo, uma ferramenta usada para recomendar em sua timeline os assuntos que a pessoa mais gosta ou mais pesquisa. De fato é um recurso muito bom pois assim te recomendará só temas que você gosta de ver e não precisará ver algo que não gosta. Mas em contra partida ele pode ser muito ruim por assim a pessoa ficará dentro de uma bolha e não conhecerá assuntos novos e ficará para sempre com o mesmo pensamento e não evoluirá nunca.

Portanto, os desenvolvedores dessas redes sociais devem rever e reprogramar o sistema de seu algoritmo, para assim continuar recomendando assuntos que a pessoa gosta, se não forem machucar outra pessoa, e também recomendar coisas novas. A partir dessa ações, espera-se promover uma melhora no algoritmo das reddes sociais, assim deixando mais agradável de usa-las.