Efeito bolha: o problema agravado pelas redes sociais
Enviada em 28/03/2022
Na série “Como vender drogas online” um grupo de amigos se juntam para vender drogas virtualmente com recebimento em bitcoins, uma moeda descentralizada sem possibilidade de rastreio de um órgão governamental. Desse modo, a realidade do Brasil se encontra em um cenário que “facções” são criadas por meio de redes sociais com o único intuito de destilar ódio nos demais internautas. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que desencadeiam essa situação.
A princípio é de se analisar a música de Charlie Brown Jr. que diz: “onde não existir a paz não existe o amor…”. Em síntese, pessoas que não são satisfeitas com suas próprias vidas tentam ao máximo atrapalhar a do outro. Dessa forma, esse grupo de infelizes achou na internet um tipo de refúgio para poder externar os seus problemas por meio de mensagens de calibre negativo fazendo assim o próximo também triste.
É certo que os indivíduos afetados sofrem diversostipos de distúrbios com esse “hate” gratuito e apesar desses perfis serem na maioria das vezes falsos, os receptores daquela mensagem levam como uma verdade absoluta e acabam desenvolvendo paranóias de si próprios. Embora ter sido criada como mais uma forma de entretenimento, as redes sociais acabaram virando uma arma nas mãos erradas.
Por fim, medidas são necessárias para resolver o impasse. O Ministério da Comunicação deve criar um mecanismo no qual os perfis que abordarem vocabulários ofensivos sejam bloqueados imediatamente daquela plataforma, por meio de um projeto de lei à ser entregue a Câmara dos Deputados. Nele deve constar que, para o uso correto de certos aplicativos, deve haver uma exclusão daqueles que não seguem as normas criadas pelos fundadores. Espera-se, que com essa medida, que o efeito bolha causado pelas redes socias seja freado no Brasil.