Efeito bolha: o problema agravado pelas redes sociais

Enviada em 07/05/2022

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito ao lazer como inerente a todo cidadão brasileiro.Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na pra´tica quando se observa o efeito bolha, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante.Diante dessa perspectiva , faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o efeito bolha.Nesse sentido, é evidente que os algarismos do facebook, por exemplo causam um impacto muito grande nesse tema.Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como o lazer, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar que essa bolha é causada não só pelas redes sociais, mais também pelas tecnologias de maneira geral no Brasil.Segundo dados estatísticos aproximadamente 50% da população estão presas as redes sociais.Logo, é inadmissível que essecenário contiue a perdurar.

Depreende-se,portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos.Para isso, é imprescindível que o Ministério da Cultura e Lazer, junto ao Governo Federal intervenha coincientizando a população a não utilizar as redes de maneira inapropriada.Assim, se consolidará uma sociedade mais educada, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.