Efeito bolha: o problema agravado pelas redes sociais
Enviada em 09/05/2022
Promulgada pela ONU, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à liberdade de expressão e ao bem estar social. Porém, o efeito bolha agravado pelas redes sociais, impossibilita que determinada parcela da população desfrute desses direitos universais na prática. Diante desse contexto, deve-se avaliar esse quadro dando destaque para a facilidade de formações de grupos extremistas e a possibilidade de execução de crimes por esses grupos.
Primeiramente, a educação é um fator fundamental para o desenvolvimento de um país. No tempo atual, em pleno século XXI, seria racional acreditar que o Brasil tenha políticas públicas que dificultem a formação de grupos extremistas. Em suma, o governo deve reformular suas ações estatais de imediato, para conter a formação de grupos violentos na internet, pois esse é um mundo que as pessoas de sentem em uma terra sem lei.
Segundamente, faz-se mister, ainda, salientar a falta de leis que proíbam com eficiência a formação desses grupos violentos como grande impulsionar do problema. Visto que, as redes sociais tem foco de juntar pessoas com os mesmos interesses e possibilitar a união e interação delas, com essa ação grupos violentos de criminosos e terrorista são formados com grande facilidade. Em síntese, os sites não podem permitir que pessoas com intensões fora da lei ganham forças.
Infere-se, portanto que medidas são necessárias para resolver o problema. Urge, ao Ministério da Segurança, promover a criação e fiscalizações efetivas e rigorosas que controlem os sites e redes sociais, para obrigalos a monitorar e eliminar possíveis grupos violentos e terrorista. Ademais, essas ações devem ser regidas por leis que devem ser criadas por leis no congresso. Assim, será possível alcançar um país melhor e mais integrados.