Efeito bolha: o problema agravado pelas redes sociais

Enviada em 17/05/2022

Efeito bolha é o nome dado a um fenômeno digital que age como se fosse criasse um bolha ao redor do usuário que o protege de qualquer coisa à qual ele desgoste. Por esse viés, pode-se perceber que não tendo contato com outras ideias o usuário acaba por reforçar suas próprias ideias, visto que quase ninguém, pessoas também parte da bolha, discorda dele. Nesse sentindo, conclui-se que as redes sociais acabam por causar a radicalização e confirmação dei deias propinas.

Por esse prisma, é notório que as redes sociais vem ganhando muito espaço nos tempos modernos, o que acaba gerando num menosprezo pelos antigos veículos de informação, pela ideia de que são ultrapassados. Nessa ideia, o site capitaldigital, demonstrou que as pessoas não só leem as noticias por um único canal de notícia, com principal foco nas redes sociais, como não checam as agências de notícia, que muitas vezes passam por um processo muito mais rigoroso antes de entregar à noticia. Portanto, nota-se a falta de de preocupação da população e das redes sociais em evitar que fake news sejam espalhadas.

Ademais, outro fator que agrava o efeito bolha é os algoritmos das redes, que busca manter o usuário o maior tempo possível na plataforma, fazendo com que muitas vezes evite mostrar coisas que o estressem ou difiram do seu pensamento.

Seguindo essa ideia, a professora do curso de Mídias Sociais Digitais, Márcia Siqueira, validou a ideia de qual, ao só ver um único canal de notícia ou um grupo seleto de pessoas, o internauta acabará por não desenvolver um pensamento crítico, visto que a todo momento terá suas ideias e pensamentos reforçados. Desse modo, a necessidade de acabar com a limitação de conteúdo ao consumidor é essencial para uma boa relação de consumidor e fornecedor.

Assim sendo, visando a retenção na propagação de fake news, assim como uma boa relação com os meios digitais, cabe ao Governo Federal, cumprir com as decisões judiciais, as quais se referem a proteção do direito de personalidade e direto à informação, que são violadas à haver uma limitação no acesso ao conteúdo. Essas decisões jurídicas podem ser cumpridas por meio de acordos com as empresas administrativas das principais redes sociais como o Facebook, para assim poder se evitar que o efeito bolha continue a se disseminar.