Efeito bolha: o problema agravado pelas redes sociais

Enviada em 01/06/2022

Tudo me é permitido,mas nem tudo me convém, já dizia em sábias palavras, o Apóstolo Paulo 2000 anos atrás. Nos tempos atuais ,uma multidão com vontade insasciável de

inflar os próprios egos, vagam nas redes sociais,dando likes,descartando opiniões que não fazem eco uníssono às suas ideias, procurando engajamento a qualquer custo.Um exemplo recente, a cantora Anita que noticiou uma tatuagem em suas partes íntimas.

Outrossim, a busca pelo prazer imediato , a escasses de lutas pelo bem comun , a precariedade de ações em prol das classes mais necessitadas da sociedade, bem como a facilidade de acesso as redes sociais,a idolatria de influencers, a sutileza das propagandas,e formação inadequada de leitores críticos-reflexivos propicia a geração de bolhas existenciais, polarização e intolerância.

Diante de tais fatos, urge-se que o poder público por meio do ministérios da educação crie ações para que a formação humana seja efetivamente trabalhada nas escolas, por meios de debates , palestras ,exposiçoes culturais, mostra e análises de leituras diversas, bem como a família orientar, acompanhar ,dialogar com seus integrantes no sentido de capacitar as pessoas a serem originais, tolerantes, capazes de discernimento enquanto navegam pela internet, zelando como Paulo, por examinar, observar e fazer boas escolhas, amenizando o problema do efeito bolha nas redes sociais.