Efeito bolha: o problema agravado pelas redes sociais

Enviada em 12/08/2022

Segundo o físico Albert Eistein, “O espírito precisa prevalecer sobre a tecnologia”. Analisando tal pensamento, é evidente que nos dias atuais isso não tem sido praticado, por conta do uso exacerbado da tecnologia, por meio das redes sociais e jogos on-line. Destarte, é fundamental analisar tais fatores a fim de que se possa líquida-lós de maneira eficaz.

A priori, podemos destacar o uso exacerbado das redes sociais, que pode resultar em doenças, como a depressão. Segundo relatório do site We Are Social, os números mostram que o Brasil é o segundo país que mais acessa às redes sociais no mundo. Prova disso recai no aumento do número de casos de depressão, o cenário de vida perfeito imposto, não se iguala às frustrações do dia a dia. As redes sociais nos dias atuais vem como uma forma de fuga da realidade, o algorítmico funciona de acordo com o que você mais segue e pesquisa, por conseguinte as pessoas ficam cada vez mais vidradas no mundo virtual e a volta para a realidade se torna cada vez mais frustrante.

Ademais, cabe ressaltar que os jogos on-line como o “Baleia Azul” levou jovens e adolescentes ao suicídio em 2016. O jogo se propagou por meio das redes sociais e, consistia em desafios de auto mutilação e até suicídio. É inquestionável que esta prática fatal seja um retrocesso na sociedade, uma vez os jovens e adolescentes que já possuem doenças mentais propriamente ditas e passam horas navegando em sites, estão mais vulneráveis à esse tipo de bolha social.

Diante disso, com o objetivo de alterar ou minimizar esse problema, o Governo Federal deve promover programas de conscientização sobre os perigos do uso excessivo das redes sociais. Outrossim, cabe ao Ministério da Educação, promover atividades nas escolas com o objetivo de conscientizar jovens e adolescentes sobre o perigo de determinados jogos on-line, como também campanhas na televisão para alertar as famílias sobre as mudanças de comportamento no meio familiar. E, somente assim teríamos a conscientização sobre as bolhas sociais existentes na internet.