Efeito bolha: o problema agravado pelas redes sociais
Enviada em 15/08/2022
Conforme, preconiza o Estatuto da criança e do adolescente (ECA), considera crianças e adolescentes como sujeitos de direitos. Nessa concepção, esse grupo da sociedade deve ter proteção integral. Dessa forma, eles devem ser priorizados em uma sociedade que quer construir um futuro melhor para todos e a superexposição pode de certo modo prejudicar o cotidiano desses indivíduos.
É fundamental pontuar, primeiramente, que as crianças e adolescentes por mais que tenham direitos garantidos, ainda precisa ser norteadas por meio de ações que objetiva construir uma sociedade livre, justa e solidária, reduzir as desigualdades sociedade e promover o bem de todos conforme consta na Constituição Federal de 1988.
Desse modo, a superexposição nas redes sociais é algo que vem agravando o estado emocional e psicologico desses sujeitos, já que são bombardeados constatemente pelas mídias sociais. Nesse contexto, pode-se avaliar que falta orientação dos pais ou responsáveis pelo uso correto desta ferramenta.
Infere-se, portanto, que essa exposição constante contribue para a manutenção do problema. É imprescindível que a familia oriente e direcione essa geração dedicando tempo e apoio para esses individuis que vive nesse meio. Ademais, a dignidade da pessoa humana é violada nesse entorno das redes sociais, carecendo de suporte para prosseguirem com o intuito de fortalecimento emocional dessas vitimas.