Efeito bolha: o problema agravado pelas redes sociais

Enviada em 29/08/2022

Em primeiro lugar vemos que, os algoritmos de rede funcionam da mesma maneira, monitorando sua atividade, suas curtidas, comentários, compartilhamentos e até o tempo que você passa na frente da mesma publicação sem rolar o feed. A partir desses dados, algoritmos traçam perfis de usuários, tentando entender suas preferências a fim de orientar conteúdos que os façam interagir cada vez mais com a própria web. De acordo com o guru da psicologia Etienne Janiake, esse comportamento torna nossa visão menos abrangente.

Da mesma forma, o principal fator por trás do efeito bolha são os algoritmos existentes em sistemas de redes sociais como o Facebook. Nesses aplicativos, novos conteúdos são recomendados aos usuários com base nos interesses que eles demonstram, mostrando mais material relacionado a um tópico do que outros. Assim, com o tempo, esses algoritmos acabam filtrando o que é exibido para que os usuários só possam acessar materiais que abordem temas ou pontos de vista específicos, dificultando o acesso a informações mais diversas e opiniões mais diversas.

Em segunda análise, fica claro que o efeito bolha limita o acesso à diversidade de conteúdo, levantando questionamentos sobre seu potencial antidemocrático. Esse “isolamento” tem custos pessoais e culturais e pode ter consequências sociais como racismo, xenofobia, bullying, homofobia, etc. No entanto, essas relações muitas vezes oferecem apenas um ponto de vista, criando constrangimento quando expostas a diferentes pontos de vista. Recitar Einstein, portanto, exige um sóbrio desmantelamento dos preconceitos enraizados na sociedade que está acostumada a viver em bolhas de conforto.

Portanto, as medidas tomadas irão coibir o efeito bolha. Para isso, o governo tem a responsabilidade de trabalhar com o Ministério da Educação para promover a convivência com as diferenças da pré-escola, implantar sistemas inclusivos nas escolas, estimular o debate e as semanas culturais. o efeito bolha. Só assim a sociedade terá uma consciência mais crítica das informações que lhes são apresentadas.