Efeito bolha: o problema agravado pelas redes sociais

Enviada em 29/08/2022

O principal fator por trás do efeito bolha são os algoritmos existentes em sistemas de redes sociais como o Facebook. Nesses aplicativos, novos conteúdos são recomendados aos usuários com base nos interesses que eles demonstram, mostrando mais material relacionado a um tópico do que outros. Assim, com o tempo, esses algoritmos acabam filtrando o que é exibido para que os usuários só possam acessar materiais que abordem temas ou pontos de vista específicos, dificultando o acesso a informações mais diversas e opiniões mais diversas. Dessa forma, os algoritmos da rede social causam e exacerbam o efeito bolha.

O efeito bolha tem restringido o acesso das pessoas à diversidade dos conteúdos, o que gera questionamentos quanto ao seu potencial antidemocrático. Do ponto de vista legal e do Direito, a limitação dessas plataformas em fazer transitar conteúdos diversos e antagônicos nas mesmas redes sociais gera preocupações quanto a sua efetiva capacidade de cumprimento de decisões judiciais que envolvem o direito de resposta.

De um modo geral, os algoritmos de rede funcionam da mesma maneira: eles monitoram sua atividade, suas curtidas, comentários, compartilhamentos e até o tempo que você passa na frente da mesma publicação sem rolar o feed. A partir desses dados, algoritmos traçam perfis de usuários na tentativa de entender suas preferências a fim de orientar conteúdos que permitirão que eles interajam cada vez mais com a própria web.

Portanto, com o desenvolvimento de aspectos para o quadro de ações envolvidas, o Sistema Único de Saúde (SUS) deverá disponibilizar especialistas piscólogos em postos de saúde e escolas. Em cada rede social uma aba de assuntos realmente de extrema importância do país em que habita.