Efeito bolha: o problema agravado pelas redes sociais

Enviada em 29/08/2022

A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 5°, á igualdade como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se aplicado com ênfase na prática quando se observa o problema agravado pelas redes sociais. Esse problema se dá pela ausência de medidadas governamentais e pelo padrão de pessoas criado pelas redes sociais, maquiando a realidade. Portanto, se torna procedente a análise dos fatores que colaboram com esse quadro.

Em primeira análise, é importante ressaltar a falta de ações governamentais perante o problema agravado pelas redes sociais. Sendo assim, a interferência do governo nessa situação é de suma importância, visto que milhares de pessoas sofrem com o quadro do efeito estufa. Essa conjuntura, seguindo as ideias do filósofo john locke, configura-se como uma violação do “Contrato Social”, pois o estado não garante que os cidadãos dos direitos sociais, como a saúde mental, o que lamentavelmente é evidente no país.

Outrossim, é fundamental mencionar o padrão de pessoas criado pelas redes sociais como impulsionador do efeito estufa no Brasil. Dentro da internet, muitos influencers criam imagens de corpo e personalidade, que muitas vezes acabam frustrando as pessoas por não obterem tais características. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), 34% dos jovens estão propícios a realizarem cirurgias em busca do corpo perfeito. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perpetuar.

Portanto, medidas são necessárias para amenizar a problemática. Para isso, é imprescindível que o ministério da saúde promova investimentos em redes sociais, tirando o enfoque de publicações que provocam qualquer tipo de estilo de vida ilusório, e diversifique o tipo de conteúdo. Essa proposta será a fim de diminuir essa pressão social perante a sociedade brasileira e reduzir consideravelmente o “efeito” bolha no meio social.