Efeito bolha: o problema agravado pelas redes sociais
Enviada em 22/09/2022
Segundo o filósofo Cortella, ´´mídias sociais favorecem a imbecilidade´´. De fato, como visto na citação anterior, por mais que as redes sociais sejam um meio de propagar diversos tipos de informações, notícias e formas de entretenimento. Contudo, também é um caminho que facilita muito mais a discriminação anônima e inúmeras fake news.
Nessa lógica, a disseminação de informações falsas podem ser prejudiciais e acabar afetando também outras pessoas. Dados apresentados pela Universidade Mackenzie, no ano de 2010, fake news se espalharam com informações equivocadas a repeito das vacinas de sarampo e fez com que a taxa de vacinação caíssem em uma grande escala. Por conseguinte, muitas pessoas vieram a óbito devido a esse descaso.
Ademais, a SAFERNET-associação responsável por defender os direitos humanos na internet- alegou que já recebeu mais de 2,5 milhoes de denúncias associadas a crimes de ódio na internet. Desse total de vítimas, 59,7% são pessoas negras e 67% são mulheres. Essas atitudes podem gerar da mais diversas implicações no mundo real, com o ´´incentivo´´ das redes sociais.
Logo, é crucial a busca de pessoas influentes nessa área de mídias socias, para iniciar uma pequena discussão sobre o assunto proposto, de forma que seja realizado em seu perfil, programa e entre outros. Outro apoio que não pode faltar, são os dos profissionais da saúde mental. Os psicólogos podem desenvolver palestras em escolas e universidades, onde há predominantemente jovens que ultilizam mais as redes. Retratando os danos causados na vítima por esses tipos de crimes. Isso resultará na conscientização dos cidadãos e em consequência, até diminuir a ocorrências de tais crimes. Só dessa maneira, a bolha será estourada.