Efeito bolha: o problema agravado pelas redes sociais

Enviada em 03/11/2022

A sociedade brasileira, embora seja um exemplo em inúmeros setores sociais, ainda é precária no que tange ao efeito bolha, agravado pelas redes sociais. Sob esse prisma, a alienação e a ineficiência participativa tornaram-se fatores alarmantes - potencializados não só pelas mídias, como também pela internet.

Primeiramente, vale ressaltar o vicío como impulsionadora do impasse, já que as pessoas se fecham ao que leem sem sequer conferir se a fonte e informação são reais. De acordo com Karl Marx, pensador alemão, os indíviduos devem ser analisados de acordo com o contexto de suas situações sociais, visto que produzem suas existências em grupo a partir da alienação. Nessa ótica, entende-se que a padronização de questões, como o efeito bolha, tornou-se um fato prejudicial e perigoso para a sociedade, em virtude dessa incapacidade de exercer um juízo sólido e, também , por promover a naturalidade do entrava.

Ademais, vê-se que a desinformação também é uma ocorrência atual, dado por só vizualizar fatos selecionados pra você e que se encaixa em seu pensamento. De acordo com a teoria da tábula rasa de John Locke: “o ser humano é como uma tela em branco, preenchida por experiências e influências”. Com base nisso, constata-se que, ao presenciar esse agravamento e alienação no país, o indivíduo, inserido em um ambiente que negligencia e não combate a problemática tende a ser influenciado pelo meio, e não saber se informar, selecionar boas fontes e informações, mantém o comportamento indesejável.

Portanto, para que o efeito bolha seja mitigado, é dever do Estado e gerenciadores das mídias sociais, filtrando o que é postado e absorvido. Isso será realizado por novos assuntos, outros canais de informações, outras opiniões e pontos de vista, com o intuito de acabar com essa visão obscura sobre tais assuntos e alienamento. Dessa maneira, o avanço e a prosperidade do país serão observadas.