Efeito bolha: o problema agravado pelas redes sociais
Enviada em 31/10/2022
Facebook, Twitter, Instagram, Whatsapp, Mensager e Telegram, essas são algumas das redes sociais mais usadas por milhares de brasileiros, nelas vem se agravando o problema do efeito bolha. Esse problema surge a partir da restrição de conteúdos gerada por um algoritmo, que também geram um aumento na disseminação de opiniões controversas.
Em primeiro plano, vale-se ressaltar que a seleção de conteúdo das redes sócias está ligada diretamente aos algoritmos de inteligência artificial. Que por sua vez, produzem efeitos colaterais como o efeito bolha, no qual restringe o usuário a diversidade de conteúdo. Essa limitação não deve ser considerada comum, já que, o direito à informação necessita ser protegido e preservado, de acordo com a constituição federal de 1998.
Ademais, é perceptível que as redes sociais e seus algoritmos não são autônomos, segundo a professora do curso de mídias sociais digitais, Marcia Siqueira Costa. Isso ressalta o potencial antidemocrático das redes, estimulando a aproximação de pessoas com pensamentos semelhantes. Dessa forma, opiniões controversas ganham força sendo potencialmente nocivas a sociedade, já que, disseminam ódio visto em usuários racistas e homofóbicos e falácias vistas em Fake News e informações sem veracidade cientifica.
Portanto, conclui-se que é preciso acabar com o efeito bolha, para que assim seus efeitos deixem de existir. Para isso, o Estado aliado aos representantes das redes demandam entrar em acordo para impedir o potencial antidemocrático gerado pelas I.A., por meio de uma geração de diversidades de conteúdo mínima, com finalidade de impedir o agravamento do efeito bolha. Dessa maneira, sendo possível usar redes sociais de uma forma mais segura.