Efeitos da poluição ambiental na saúde
Enviada em 07/01/2021
A constituição Federal de 1988 possui como um dos objetivos essenciais a construção de uma população justa, livre e equilibrada. Todavia, os efeitos da poluição ambiental na saúde impedem que tal direito seja totalmente efetivado. Diante disso, infelizmente, a situação advém tanto da displicência estatal quanto da ausência de informação.
Sob esse viés, é indubitável que o problema encontra terra fértil inércia governamental. Nesse prisma, segundo o iluminista Jean-Jacques Rosseau, na obra “Contrato Social”, cabe ao Estado viabilizar ações que garantam o bem-estar dos cidadãos. No entanto, os efeitos da poluição ambiental na saúde não encontram assistência suficiente para ser resolvido, o que atrapalha a solução do revés. É inaceitável, pois, tal adversidade persista no corpo social, visto que colabora ainda mais o agravamento óbice.
Outrossim, é irrefutável que a falta de conhecimento como agravante do entrave. Nesse contexto, consoante ao filósofo Arthur Schopenhauer afirmava que os limites de visão de um indivíduo determina seu entendimento em relação ao mundo. Nesse sentido, se o indivíduo não tem informação séria e verdadeira sobre os efeitos da poluição ambiental na saúde, sua visão será delimitada, o que dificulta a erradicação da problemática. Destarte, é inadmissível que esse quadro continue a perdurar.
Portanto, medidas são indispensáveis para resolver o impasse. Logo, o Governo Federal, com sua função de administrar questões públicas, por meio de verbas governamentais, deve promover campanhas publicitárias, como em comerciais de TV, rádio e rede sociais, com o intuito de informar a população sobre as consequências da poluição ambiental na saúde. Dessa forma, será possível a construção de uma sociedade livre, justa e equilibrada como está previsto na Constituição Federal.