Efeitos da poluição ambiental na saúde

Enviada em 12/10/2021

A Constiruição Federal de 1988 preconiza que é dever do Estado garantir a prevenção, promoção, proteção e recuperação da saúde de todos os cidadãos. Todavia, essa determinação não é completamente posta em prática, uma vez que a população ambiental compromete sua efetivação, fato que configura um preocupante problema no Brasil. Tal conjuntura é intensificada pela forma de produção hodierna e pela ausência de saneamento básico. Dessa forma, medidas são fundamentais para alterar essa realidade.

Em primeira análise, cabe pontuar que a produção industrial amplia o problema. A Revolução Industrial, criada no século XVIII na Inglaterra, foi um período de grande desenvolvimento tecnológico que alterou a forma de produção da indústria em escala global. Entretanto, essse fenômeno acentuou a degradação ecológica, haja vista o aumento da emissão de gases poluentes, tais como dióxido de enxofre, dióxido de nitrogênio, dióxido de carbono, entre outros. Como efeito, a população tornou-se suscetível a adquirir problemas respitatórios como sinusite, bronquite, e em casos extremos, câncer de pulmão. Logo, exortar a planejar ações para minimizar essa situação.

Posteriormente, é tácito elencar que a falta de saneamento básico contribui para a permanência do problema. Se por um lado o ordenamento jurídico prevê a integridade física dos brasileiros, por outro lado, o Estado não promove a universalidade dos serviços sanitários que garantem esse bem-estar, um exemplo do tratamento de esgosto e do acesso a água potável. Sob esse viés, observa-se que a escassez esses serviços intensificam, principalmente, a contaminação do solo e dos leitos de água. Consequentemente, um grande contigente populacional, majoritariamente de baixa renda, fica vulnerável a ter desde doenças intestinais - como giardíase e amebiase, causadas pelo consumo de água não preparada -, até intoxicação por metais pesados ​​- ocasionada pela bioacumulação. Desse modo, torna-se imprescindível a proposição de medidas para atenuar esse impasse.

Portanto, ao analisar a prudução industrial e a ineficiência do saneamento básico, observa-se a ocorrência de interferências no entrave social, o que exige um plano de ações eficientes para amenizar o empecilho. Posto isso, compete ao Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, por meio de investimentos governamentais, ampliar tanto o plano de promoção de serviços sanitários básicos - instuindo coleta de lixo, tratamento de água, entre outros -, especialmente em regiões periféricas, quanto a fiscalização de áreas ambientais - utilizando drones, guardas florestais e centros especializados de monitoramento-, a fim de amenizar os efeitos da geração do meio ambiente e, por consequência, mitigar os problemas de saúde supracitados.