Efeitos do Bullying na sociedade

Enviada em 01/08/2018

Desde o iluminismo entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa o ‘‘bullying’’, no Brasil, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do país, seja pela depressão, seja pelo suicídio.

É indubitável que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, a depressão rompe essa harmonia, haja vista que o número de pessoas que vivem com depressão, segundo a OMS, cresceu 18% entre 2005 e 2015.

Outrossim, destaca-se o suicídio como consequência dos efeitos do ‘‘bullying’’. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que a depressão também é um fator que leva ao suicídio. Nesse viés, pode-se inferir que é extremamente necessária a criação de um aparato para cessar esse cenário.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Destarte, o Ministério da Fazenda deve liberar dinheiro para o Ministério da Saúde, que mandará construir instituições, onde médicos e psicólogos trataram dos depressivos. Logo, o Ministério da educação deve instituir, nas escolas, palestras ministradas por psicólogos, que discutam o combate ao ‘‘bullying’’. Assim sendo, os efeitos do ‘‘Bullying’’, não afetariam mais tanto a sociedade.