Efeitos do Bullying na sociedade
Enviada em 04/10/2018
Perpetuação erradicada
A Constituição de 88, encorpadas por ideias de igualdade, liberdade e fraternidade da Declaração Universal do Direito do Homem e Cidadão, feita na Revolução Francesa, em 1789, foi um marco na história do Brasil. Contudo, apesar desse marco, ainda hoje, o bullying perpetua nas estranhas da sociedade, causando ansiedade e baixa autoestima nas vítimas. Diante disso, a sociedade e poder público unidos precisam sanar tais obstáculos.
Em primeiro plano, as crianças sofredoras de bullying padecem do mal do século XXI. Uma vez que, a ansiedade, segundo o Aurélio, é emoção de um evento desagradável acometido por um acontecimento. Com tal significado, fica claro que o bullying, por ser uma agressão física, psicológica e verbal gera tal sintoma em suas vítimas constantemente, acarretando um problema psicológico mais grave:o transtorno de ansiedade. Um exemplo disso, é Diogo Sarraf, entrevistado pelo G1, por sofrer tal agressão por conta de um professor e precisar iniciar o tratamento psicológico. Logo, é evidente que o bullying precisa ser erradicado por ações sociais para que menos ansiosos existam em gerações futuras.
Em paralelo a isso, essa agressão criam jovens sem perspectivas de futuro. Dado que, de acordo com o filósofo grego Aristóteles,somos seres sociais e precisamos da sociedade para adquirir o conhecimento racional. Nesse sentido, tal ideia explica porque ao receber insultos de inferiorização, os sofredores começam a apresentar baixa autoestima. Ou seja, o indivíduo ao tentar fazer parte do grupo social é frustrado por ser recebido da pior maneira possível e,desse modo, com a ridicularização constante, só gera conhecimento desse tipo de si. Assim, essas pessoas pensam que é inferior e desprezível, sem esperança de sucesso em suas escolhas seja no presente e no futuro, sendo dever da sociedade mudar tal situação.
Urge, portanto, que o bullying ocasiona a ansiedade e a baixa autoestima como efeito na sociedade. Para tanto, é urgente que se tenha nas escolas, públicas e privada, psicólogos que deem terapias semanalmente aos alunos e professores capazes de identificar os alunos mais propensos a sofrerem insultos e agressões, para que a ansiedade não evolua, tornando um grande problema futuro e puna os agressores. Além disso, a família pregue o diálogo, desde a infância, para ter a confiança dos seus filhos, fazendo-os compartilhar sobre seus acontecimentos e, sobretudo, sua autoestima, a fim de que, desse modo, os pais consigam ajudá-los caso as agressões e insultos e renovam sua esperança no agora e no futuro. Somente assim, com tais medidas, o bullying deixará de se perpetuar no social e os seus cidadãos busquem sempre a fraternidade entre si pregada na Constituição de 88.