Efeitos do Bullying na sociedade
Enviada em 30/10/2018
Todos sabem que, em nosso país, há tempos, observam-se os efeitos do Bullying na sociedade de formas alarmantes. Esse problema vem se alastrando há muito tempo através de cartas, confrontos diretos ou até causando isolamento às vítimas, mas na “era da tecnologia” ganha ainda mais força com a presença do anonimato por meio das redes sociais, o tão conhecido e temido Cyberbullying. Tal câncer social necessita da ajuda dos Ministérios da Educação e Cultura, assim como da mídia para ser atenuado, visto que tira a vida de muitas pessoas, sejam vítimas ou agressores, por trazer consigo doenças psicológicas que atrapalham o direito de viver bem.
Primeiramente, com o avanço das tecnologias e das redes sociais, um problema tem vingado na população: o cyberbulliyng. Esse se torna crescente na medida que o anonimato é certeiro e causa um sentimento nos agressores de proteção dos seus atos, dando coragem para destilar ódio sem medo de ver a reação da vítima, e também ele ganha força, já que sua “opinião” terá proliferação rápida de outros agressores. Assim, faz-se necessária a ação do Poder Público através da educação, pois muitos se sentem inseguros até em seus lares em razão dos ataques pela internet.
Outro fator desse declínio na população são as doenças na mente que a reprodução da violência física e psicológica que o bullying causa, tais como crise de ansiedade, que dá ao seu portador o sentimento de estar sendo perseguido e vigiado, crise do pânico, no qual dá o sentimento de medo e apresenta surtos de agressividade, e, a mais temida, a depressão, que apresenta um misto de ansiedade e pânico, acrescentando uma tristeza profunda e desejo de resolver o problema, seja como for. Todas essas doenças podem causar catástrofes, como evidenciou o massacre de Realengo, onde Wellington tirou sua vida e de outras pessoas a fim de querer acabar com o problema que destruiu seu psicológico, e, consequentemente, sua vida.
Portanto, os efeitos do Bullying na sociedade poderiam ser atenuados com a ação do Ministério da Educação promovendo palestras e debates nas instituições de ensino sobre o assunto com psicólogos, pedagogos e assistentes sociais, mas também acompanhamento psicológico para as vítimas e agressores, a fim de ajudá-los com seus problemas emocionais. Da mesma forma a mídia e o Ministério da Cultura promoveriam debates para fora dessas instituições, com a finalidade de conscientizar de forma abrangente a população para viverem melhor, disponibilizariam LIVES para tirar dúvidas e falar sobre o assunto, quebrando o tabu ainda existente sobre ele, e campanhas sociais para sensibilizar a sociedade sobre o perigo que se instala com o passar do tempo, pois estamos em inércia, e como Newton pregava, basta uma força para nos tirar dela, e essa força é a educação e o conhecimento.