Efeitos do Bullying na sociedade

Enviada em 31/10/2018

Após a Revolução Francesa, a concepção de igualdade social foi propagada por todo ocidente. Entretanto, atualmente,observa-se que as desigualdades sociais encontram-se solidificadas na sociedade, inclusive no que tange as consequências do Bullying nas escolas, a medida que alunos de baixa renda muitas vezes são vítimas de agressores. Dessa forma, cabem ser analisadas as principais causas, bem como as consequências de tal postura negligente da população.

Segundo Émile Durkheim, a pós-modernidade é caracterizada pela perda de valores. Nesse viés, pondera-se que, em última instância, a exiguidade de isonomia social é devido à ausência de princípios éticos e morais. Em vista disso, muitas escolas e universidades não possuem sistemas que visem conscientizar a importância de respeitar as pluralidades existentes na sociedade, seja gênero, cor, religião e condição financeira, consequentemente, corroboram para a perpetuação da segregação no âmbito escolar. Dessa maneira, é impreterível que haja, sobretudo, uma percepção dos educadores.

De acordo com John Locke, a função do Estado é garantir os direitos inalienáveis do homem, dentre eles, a dignidade. Nesse compasso, analisa-se, em regra, esse direito apresenta-se de forma precária, em virtude da falta de diálogo. Nesse sentido, o primordial impasse da perpetuação de ataques verbais ou físicos nas escolas, é a falta de profissionais especializados para orientar os alunos que cometem hostilidades, e se cabível, punir os mesmos, concomitante com a importância das vítimas se pronunciarem sobre as violências sofridas para pais e professores.

Destarte, medidas são cabíveis para atenuar as vicissitudes supracitadas. Portanto, é imperioso que o governo, por meio do Ministério da Educação, desenvolva e aplique, nas instituições de ensino, projetos que viabilizem a importância do respeito e união de todos, tautócrono com a contratação de psicólogos para ajudas os alunos, para que o Bullying seja eliminado da sociedade. Outrossim, convém ao Ministério da Comunicação, juntamente com as mídias, democratizar uma perspectiva de conscientização popular, por meio de programas e propagandas que disseminem a importância de conversas para evitar tanto o sofrimento quanto à prática de discriminação, principalmente no processo de formação acadêmica.