Efeitos do Bullying na sociedade

Enviada em 12/06/2019

A Lei 13.185 afirma,em seu artigo 1,que considera-se intimidação sistemática ( bullying ) todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima.Tal argumentação é fundamental,na perspectiva de apontar o dever de três agentes sociais no âmbito de responsabilidade com a formação deste público.Não obstante,o que se atesta na cotidianidade mormente de muitos adolescentes é o quão distante está o espírito do texto constitucional.Desse modo,é necessária a reflexão desta deletéria forma de mobilidade social,mediante fatores que justificam o aumento da problemática.

A priori,é imperioso destacar que a liberdade dos indivíduos de terem suas próprias predileção é prejudicado por esse desdouro.Segundo Nelson Mandela, ex presidente da África do Sul: “ É preciso que uma nova era recomece”. Nesse sentido, evidencia-se a relevância desse infortúnio que tem tomado espaço na sociedade brasileira.Dessarte, sem uma atenção especial,não haverá evolução.

Alem disso, o bullyng é um termo novo com uma pratica antiga, visto que as pessoas que testemunham a atribulação, alem de participar indiretamente convivem com a violência e se silenciam.Pesquisas feitas pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) revelam que um em cada dez estudantes brasileiros é vitimas de bullyng, comprometendo vários fatores como a aprendizagem, a socialização, queda do rendimento escolar,doenças de fundo emocional,entre outros. Desse modo, a união da sociedade é essencial para garantir o bem-estar coletivo e combater o controle da óbice na comunidade.

Portanto, é mister que o Estado tome providências para melhorar o quadro atual.Para a percepção da população brasileira a respeito do problema,urge que o Congresso Nacional crie e efetue,por meio de verbas governamentais, políticas públicas e as escolas, em parceria com as famílias, devem inserir a discussão sobre esse tema tanto no ambiente doméstico quanto no estudantil, por intermédio de palestras, com a participação de psicólogos e especialistas, que debatam acerca de como agir , com o objetivo de desenvolver, desde a infância, a capacidade de se relacionar melhor.Dessa forma,os princípios básicos serão respeitados.