Efeitos do Bullying na sociedade
Enviada em 14/06/2019
Consciência Opressora
No dia 7 de abril de 2011, ocorreu um massacre em uma escola na cidade de Realengo ocasionado por práticas de bullying contra Welligton, atirador e aluno. Hodiernamente, após 8 anos do ocorrido o bullying continua obtendo efeitos negativos na sociedade devido a falta de acompanhamento psicológico nas escolas e também a opressão por um padrão estético sob jovens.
A priori, é indubitável que alunos vítimas de ofensas, em maioria, guardam para si mágoas que causam intempéries de amplo espectro diante das pessoas que estão ao redor. De acordo com a ONG “ Learn Without Fear ( Aprendendo Sem Medo), 350 milhões de crianças e jovens saõ vítimas de bullying e a maior parte não possui acompanhamento psicológico. Portanto, verifica-se que a ausência de profissionais em psicologia para tratar os sintomas adquiridos pelos padecentes causam massacres, como o de Realengo, depressão e em casos mais extremos o suicídio.
A posteriori, ao avaliar os efeitos do bullying nota-se que a opressão por um padrão de estética está entre causas do impasse. Conforme, John Locke, renomado filósofo, o ser humano é como uma tela em branco preenchida por suas experiências e influências. De maneira análoga, é possível perceber que pessoas que praticam a intimidação e a violência e as que sofrem tais atos estão sob influências de uma consciência coletiva que estabeleceu um padrão estético para o ser humano, com isso, as ideias são propagadas como uma verdade oprimindo jovens, crianças e adultos que não possuem esse padrão idealizado.
Em suma, mediante problemáticas em relação bullying é improtelável que o Senado torne obrigatório psicólogos nas instituições educacionais a fim de promover acompanhamento psicológico de vítimas e minimizar os impactos negativos na convivência com outras pessoas. Além do mais, é imprescindível que o MEC em parceria com os meios midiáticos realize campanhas de respeito as diferenças estéticas e assim forme futuros cidadãos idôneos. Dessa forma ter-se-á uma sociedade que não presencie novos massacres.