Efeitos do Bullying na sociedade

Enviada em 21/06/2019

O filme “Procurando Nemo” de 2003, narra a história de Marlim, um pai superprotetor que sai em busca de seu filho Nemo. Até que o genitor encontra Dory, a personagem coadjuvante que sofre bullying e desprezo por parte dos outros  peixes do oceano. Em analogia ao filme, percebe-se, que o contexto atual tem sido alicerçado nessa ficção. Pois, a questão do bullying vem sendo patamares assustadores, e bombardeado o maior número de vítimas, como ocorre com a Dory, principalmente no âmbito escolar, Desse modo, fatores influenciam a existência de tal problemática, como o principal cenário as escolas, além disso, tortura física e psicológicas.

No Brasil, cada dez estudantes é vítima frequente de bullying nas escolas, como revelam os dados do programa internacional de avaliação de estudantes (Pisa) em 2015. Tendo por base este número e diversas estatísticas alarmantes, fora instituído para o 7 de Abril o dia nacional do combate ao bullying  e a violência nas escolas. Essa tal problemática, leva o indivíduo práticar perseguição ao seu colega afim de prejudicar a vítima de alguma forma. O filosofo inglês Thomas Hobbes, afirma que o ser humano é movido por paixões naturais, portanto seu objetivo é satisfazer seus próprios desejos e interesse, mesmo que para isso seja necessário prejudicar alguém.

Em segundo plano é preciso evidenciar a tortura física e psicológica como forma de intimidarem a vítima. Assim, os agressores, popularmente conhecidos como “Valentões” consolodidam a prática, atrem adeptos e dificultam a convivência coletiva. Dessa forma a necessidade cabível as instituições de trabalharem o assunto dentro e fora da sala, combatendo a violência entre os alunos e dos próprios professores com os estudantes se faz imprescindível. " É uma das formas de violência que mais cresce no mundo", afirma Cléo Fante, educadora e autora do Livro Fenômeno Bullying. Todavia, é necessário discutir a problemática com o objetivo de conscientizar jovens e adultos sobra os perigos de discriminação e preconceitos trazidos em bricandeiras de mau gosto, logo precisa-se ser explanado

Torna-se evidente, portanto, a necessidade de se discutir o papel da escola e dos responsáveis nesse embate, como também, minimizar torturas físicas e mentais. Em primeiro lugar, o poder público deve fiscalizar as instituições e fazer valer o que encontra-se no Diário oficial, contratando assim, mais psicólogos para os colégios, promovendo palestras educativas e reuniões constantes  junto ás instituições e responsáveis. Assim, será possível promover a plena educação no meio e injustiças serão sanadas.