Efeitos do Bullying na sociedade

Enviada em 28/06/2019

No filme, Hoje eu quero voltar sozinho, o protagonista, um garoto cego, sofre violências verbais e constrangimentos devido à sua limitação e condição sexual. Em vista disso, o bullying, uma manifestação perversa  que expõe a vitima,  deve ser evidenciado, discutido e combatido em todos os meios sociais, sobretudo o escolar. Logo, tal revés apresenta preconceitos que devem ser desmitificados acrescido pela ausência de punição.

Como primeira constatação, nota-se que problemas envolvendo o bullying não apenas existem como vêm se tonando mais agressivo a cada dia, sendo então preciso ir em busca das causas dessa questão, assim, de maneira mais explícita, emerge o preconceito. De acordo com o portal G1, um a cada dez estudantes sofrem ou sofreram algum tipo de agressão constate, motivado , geralmente, por algum aspecto que o agressor considera “anormal”, isto evidencia a falta de tolerância às diferenças no meio social. Em meio a uma sociedade com raízes preconceituosas que não reconhece as variações tais com portamentos agressivos e hostis são praticados, culminando em um meio inflamado com opressões e psicologicamente abalado, no que diz respeito às vítimas.

Outro ponto que merece atenção, é a ineficácia punitiva a quem prática o bullying, o que infere de forma negativa na problemática em discussão. A legislação brasileira vigente dispõe a lei 13.185 qual criminaliza a intimidação sistemática (agressão verbal, psicológica, exposição ao constrangimento etc), no entanto, não é devidamente aplicada, o que fornece ao agressor subterfúgios para retornar as agressões assim propicia à vítima a um sofrendo cada vez maior podendo gerar problemas psicológicos irrevivescíveis ou até mesmo o suicídio.  Dessa forma, esses fatores atuam e um fluxo contínuo quais favorecem a uma adversidade cada vez mais grave.

Nessa conjuntura, portanto, com  a intenção de romper esse ínterim modificações na educação deverá ser feita, pois de acordo com Epicteto  “Só a educação liberta”. Logo o Ministério da Educação, por meio de psicopedagogos, deverá criar projetos para as comunidades escolas que conte com a participação de historiadores, sociólogos, biólogos e companhias teatrais para encenares e palestrarem acerca da diversidade presente na sociedade, evidenciando sobretudo o respeito coletivo e os efeitos do bullying na vida do indivíduo. Assim como também, o Ministério da Saúde deverá viabilizar tratamentos psicológicos e psiquiátricos para as pessoas que sofreram com essas agressões e desenvolveram doenças graves, para que assim possamos mitigar esse problema na sociedade.