Efeitos do Bullying na sociedade

Enviada em 23/06/2019

A prática do bullying continua sendo frequente na sociedade, principalmente nas escolas. As crianças e adolescentes são os públicos que mais praticam e os mais atingidos por esse problema social, que pode acarretar genocídio da população jovem.

Primeiramente é importante afirmar a dificuldade de combater esse fato banalizado e pouco compreendido. O que pode parecer um simples apelido inofensivo, afeta emocionalmente e fisicamente o alvo da ofensa, além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, no futuro pode gerar doenças psicossomáticas e sofrer algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade.

Como o massacre que ocorreu em Realengo, no Rio de Janeiro em 2016, 12 crianças foram assassinadas a tiros na escola por um jovem que enfrentou na infância situações de bullying.

Além do mais, o medo de se tornar a próxima vítima pode fazer com que o adolescente se torne o agressor para evitar que essa situação ocorra com ele futuramente. Dentro dessa situação, observam-se professores e funcionários que não têm preparo para lidar com a questão do bullying. Ao não tomar providências, acabam agravando o problema, pois os jovens sentem receio de denunciar a ocorrência e, então, se tornam pagantes de consequências graves.

Considerando os aspectos mencionados, fica evidente a necessidade de modificação do ideário popular brasileiro para sanar o bullying no contexto brasileiro. Dessa forma, é imprescindível que o Ministério da Educação, associado ao Ministério de Trabalho, estabeleça treinamentos de funcionários escolares, professores e profissionais das mais diversas empresas, por meio da criação de um programa de combate ao bullying escolar e no trabalho, cujo conteúdo, aplicado por psicólogos, explicará detalhadamente como cada indivíduo deverá agir diante do bullying, com o intuito de facilitar a proteção dos brasileiros, afim de garantir sua integridade.