Efeitos do Bullying na sociedade
Enviada em 31/07/2020
No Brasil, o tema bullying chegou final dos anos 1990 e no inicio de 2000. Esse tema, além de ser preocupante naquela época e nos dias atuais, foi prejudicial e é a muita gente. O termo agressivo pode ser prejudicial á vida das pessoas causando transtornos psicológicos e podem levar até a o suicídio. Existem varias formas de bullying, mas a agressão na escola e virtualmente tem a porcentagem mais elevada.
Muitas crianças, além de sofrerem bullying na escola, também sofrem ameaças sendo informadas de que não podem contar para um adulto e, por medo, elas acabam não contando e vivenciando isso por muito tempo. Muitas mudam o comportamento dentro de casa, se trancam no quarto sofrendo com uma depressão silenciosa, acabam se odiando, não gostando do que ver no espelho, se ferindo e muitas vezes tendo queda de rendimento escolar. Na escola, os padrões de beleza, classes, corpos, sexualidades, são algumas poucas formas de agressões, sendo elas verbais, físicas ou psicológicas. As agressões podem vim de desconhecidos, famílias, parentes, amigos, professores, não importa a classificação das pessoas.
O Brasil é considerado o segundo país em que crianças e adolescentes mais sofrem com bullying virtual. Os pesos das palavras escritas machucam tanto como fisicamente, vindo de qualquer pessoa. Muitos também não preferem contar para o responsável por, muitas vezes, medo de ouvir o que não necessitaria no momento, então sofrem com aquilo silenciosamente fingindo estar bem, o que não é verdade. Começam a se autodestruir pelo que ouviu ou leu, e muitos chegam ao suicídio.
A pessoa que sofre com isso não se considera adequado (a) a determinado grupo e se isola socialmente, o que podem vim a agravar no futuro. Se o bullying não for solucionado, pode se agravar no futuro, acabando aos poucos com o psicológico da vitima, onde ela pode se aprofundar nas drogas, no álcool, afetar a carreira profissional e sonhos, não vendo mais solução. Bullying hoje é considerado crime grave, porém, na maioria das vezes, o agressor também sofre por algum motivo. Os pais e os educadores devem sempre solucionar esses casos conversando, levando ao psicólogo, e procurando a solução adequada para que não venha mais acontecer. Se houver persistência, denunciar, pois isso não só fere, também mata pessoas.