Efeitos do Bullying na sociedade

Enviada em 27/11/2020

Segundo o estatuto da criança e adolescente (ECA):”é dever da estado e da família proporcionar o bem-estar dos jovens”. Entretanto, na atualidade, enfrenta-se a nociva prática do bullying na escolas do Brasil, motivado pelas negligências das instituições de ensino e dos grupos parentais.

Primeiramente vale ressaltar quer, em 2019, quase metade dos estudantes sofreram bullying nas escolas do país, conforme dados fornecidos pelo instituto brasileiro de geografia e de estatística. Nesse viés, na contemporaneidade, entende-se que os representantes escolas estão vinculadas com o avanço dessa ação maléfica, os quais são ineficazes no controle das agressões verbais e físicas entre os disciente, uma vez que, em grande maioria, consideram esses atos intolerantes como brincadeiras juvenis, fato que altera negativamente o comportamento-intravertidos, depressiveis e inseguros das vítimas desse crime e, por conseguinte, prejudica a sua qualidade de vida. Inclusive, é importante mencionar que uma em cada cinco crianças pensa em suicídio depois de sofrer bullying, afirma pesquisa realizada pela universidade de são Paulo, mostrando efeitos inadequados dessa pratica nas escolas do Brasil.

Outrossim, na série americana “sex education”, a personagem Adam Comete bullying contra outras estudantes, a qual tende a essa atitude para compensar o medo e a inferioridade que sente quanto ao seu pai, questão que a transforma em “valentona” no ambiente educacional. Com efeito, na atual conjuntura, nota-se que, em suma, os jovens agressores apenas reproduzem as vivências no âmbito familiar, os quais presenciam hostilidade, falta de afeto e infindáveis críticas constantemente, realidade potencializadora dessas ações nocivas efetuadas por essa minoria e, consequentemente, a perpetuação dessa experiência danosa aprendida em casa. Assim, exemplifica-se esse cenário com o pensamento do filósofo Thomas Hobbes, “ o homem é o lobo do homem”, devido a ações intolerantes, em maioria, exercidas na escola serem relacionadas com o núcleo familiar das crianças e dos adolescentes, apontando os resultados nefastos dessa prática nos educandários do Brasil.

Diante do       Exposto, cabe ao governo federal-responsável pelos cidadãos-por intermédio do ministério da educação, elaborar cursos preparatórios regulares para docentes e para funcionários nas instituições de ensino, os quais instruam sobre bullying- reconhecer e erradicar-entre os alunos, mediante o coroamento de profissionais especializados nessa área, visando essa problemática nacional. Também, é preciso que a mídia-propagadora de informação-juntamente a organizações não governamentais, crie campanhas semanais para a população nos principais meios de comunicações, as quais informem a importância da família no combate ao bullying, através do testemunho de vítimas dessa prática, com o intuito de findar esse crime no Brasil.