Efeitos do Bullying na sociedade
Enviada em 31/10/2017
Quem vê e nada faz é do mesmo modo culpado.
Segundo estudiosos o bullying sempre existiu. Porém, só foi assim chamado pela primeira vez por Dan Olweus, professor da Universidade da Noruega, no fim da década de 70. Através de pesquisas descobriu-se que a maioria dos jovens suicidas tinham sofrido algum tipo de ameaça. A partir daí, foi possível detectar um problema com efeitos drásticos que acomete milhares de pessoas das mais variadas idades.
Apenas identificar um problema não torna-o resolvido, mas a caminho de o ser. Nesse caso, há muito que ser feito, visto que de acordo com as estatísticas do IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, um a cada cindo adolescentes pratica bullying no Brasil. Tal prática envolve agressões físicas e verbais que tomam maiores proporções com o decorrer do tempo, tanto para o agressor, que usa desse artifício para tornar-se popular e sentir-se mais popular, quanto para a vítima que pode apresentar desde baixa auto-estima até atos suicidas.
Tais efeitos rompem com as boas relações sociais afastando cada vez mais os afetados da sociedade e dando mais espaço para os opressores, quando não há nenhuma medida tomada contra esses. O ‘‘poder ’’ de agredir não é dado apenas quando não se age contra de forma efetiva, mas também no momento em que torna-se passivo a isso. Quem vê e nada faz é do mesmo modo culpado, visto que o espectador pode atuar como plateia e até incentivar o ato de agressão.
Desse modo, mister se faz a atuação de profissionais capacitados para identificar e conduzir para a solução do problema, por meio de trabalhos em grupo, em que são apresentados as consequências de tal ato praticado, principalmente nas instituições de ensino, onde geralmente há os maiores índices de acontecimento. A ação midiática, que engloba uma grande massa apresenta boa importância para chamar a atenção ao comportamento das pessoas que podem estar praticando ou sofrendo bullying, para que ,então, essas possam tomar os devidos cuidados.