Efeitos do Bullying na sociedade
Enviada em 03/11/2017
De acordo com o sociólogo Émile Durkheim, a sociedade pode ser comparada a um “corpo biológico” por ser, assim como esse, composto por partes que interagem entre si. Desse modo, para que um organismo seja igualitário e coeso é necessário que o direito de todos os cidadãos sejam garantidos. Contudo, em pleno século XXI, os efeitos do bullying na sociedade deturpam essa afirmação, sendo proveniente de fatores socioculturais e negligência do governo.
Primordialmente, é notório que o bullying está presente na sociedade tupiniquim. Com ênfase, nas escolas a prática de agressões físicas ou verbais tem como alvos homossexuais e negros. Para Jean Paul Sartre “A violência, seja qual for a maneira que ela se manifeste sempre será uma derrota”, seguindo essa linha de pensamento, percebe-se que os efeitos do bullying comprovam o que o filósofo explanava, pois, quem pratica bullying faz mal para si próprio e para a vítima deixando sequelas físicas e emocionais. Outrossim, crianças que vivem em um ambiente que há pensamentos preconceituosos ligado à violência tende a se tornar uma pessoa com os mesmos princípios. Assim, resultará em futuras gerações preconceituosas, perpetuando o impasse.
Sob outro ângulo, fica evidente que os efeitos do bullying é indiferente ao governo pela falta de medidas eficientes para combater o problema. Com proeminência, conforme o PISA (Programa Internacional de Avaliação dos Alunos), um em cada dez estudantes são vítimas freqüentes de bullying. Apesar disso, o Governo não cria medidas práticas para diminuir os casos, sendo que as conseqüências do bullying são devastadoras, como levar o sofredor a cometer suicídio e acarretar distúrbios emocionais para uma vida inteira. Desse modo, faz-se emergencial a ação do governo na criação de medidas que iniba a continuidade do óbice.
De modo exposto, percebe-se que os efeitos do bullying são infindos e o problema carece de solução. É mister, portanto, que o Ministério da Educação com o apoio do Governo Estadual, implante nas escolas sessões com psicólogos especializados para conversar e dar suporte aos alunos vítimas de bullying incentivando-os a falar sobre o ocorrido e quem o praticou para que o corpo escolar advirta o autor e chame o responsável. Ademais, é imperioso que a mídia, maior veiculo de informação, por meio de novelas e redes sociais como Facebook e Twitter transmita e propague a importância da influência patriarcal na formação cidadã dos filhos e incentive a conversa diária entre pais e filhos e a magnitude do apoio emocional da família as vítimas de bullying. Quiçá, dessa forma, o problema será gradativamente minimizado.