Efeitos do Bullying na sociedade
Enviada em 03/11/2017
Os desafios de bullying nas escolas
No filme “Silencio Rompido”, a personagem Dina, acaba se suicidando ao passar por diversas práticas de bullying feitas pelos colegas de classe. Da arte para a realidade, observa-se que, no Brasil esse ato de bullying está cada vez mais se generalizando nas escolas brasileiras. Desse modo então, é importante ressaltar que, o adolescente futuramente pode revidar essa violência do mesmo modo ou pior.
Em primeiro analise, pode-se ver que, segundos os dados do G1, 46,6% dos jovens brasileiros já sofreram algum tipo de bullying na escola. Muitas das vezes, o tal ato acontece primeiramente pela internet, quando os agressores de primeira começa a compartilhar fotos ou notícias fakes da vítima, como aconteceu com a personagem Hanna Baker, da série “13 Reasons Why”, quando, os próprios amigos dela começaram a compartilhar notícias da jovem. Com base nisso, muitos jovens acabam se suicidando e até mesmo retribuindo a violência de um jeito maior.
Analisando as diversas notícias, pode-se observar que, milhares de adolescentes que se suicidam, passaram pelo bullying ou pela exclusão da sociedade em si, e também, muitas pessoas que são alvo do bullying, praticam a violência da mesma forma. Théophile Gautier já informava, que a violência justifica a outra violência. E como mostra o filme “Bully” que é um grande fato mostrado na ficção para realidade, quando o jovem cansado de sofrer e de humilhações, começa a matar os “valentões” que praticavam bullying com ele. Outro contexto também, é que, muitos jovens na maioria das vezes, não aguentam a tal pressão que se passa diariamente, e acaba se suicidando, como é o caso da personagem Hanna, da série “13 Reasons Why”.
Compreende-se, portanto, que a escola ainda é um grande fundador para causar o bullying. Logo, cabe o Ministério da Cidade combater o bullying criando ONG’S, juntamente com os educadores, para desde cedo toda a sociedade seja ela alunos ou não saiba lidar com qualquer tipo de “diferença” vivida por outras pessoas, e ter um diálogo explicando que esse tipo de violência é sempre frequente nas escolas.