Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 03/10/2018
O uso correto e incorreto de uma ferramenta
Segundo o filósofo Aristóteles, o homem é um animal político, ou seja, a participação da humanidade nas discussões políticas é uma característica humana, e as redes sociais ganharam um importante papel. Nesse sentido, dois aspectos são relevantes: os benefícios e os malefícios da internet sob a sociedade.
Sendo assim, o cenário virtual possibilita a participação de diversas pessoas, com compartilhamento momentâneo de informações. De acordo com uma pesquisa do Instituo Ipsos, 70% dos brasileiros possuem acesso á internet. Sob tal ótica, a consciência política aumenta, já que, o eleitor tem acessibilidade aos projetos dos candidatos e dos seus direitos. Logo, o uso do Facebook, Twitter, Instagram e Whatsapp, garantem uma maior interação social e a prática da democracia.
Porém, essas ferramentas também podem serem usadas para o mal, pois, o grande volume de informações sem uma análise crítica confunde a população. Além disso, o alto número de fake news que distorcem a realidade por meio de notícias falsas, tendem a manipular os cidadãos. Por conseguinte, a internet pode ser usada para o bem, e as vezes para o mal, quando ocorre a massificação por interesses obscuros.
Fica evidente, portanto, a necessidade de medidas para resolver esse impasse. Dessa forma, cabe a mídia no papel da televisão por ser a maior difusora de informações, elaborar propagandas que mostrem as distorções de notícias encontradas nas redes sociais, e também a produção de propagandas eleitorais neutras, para que assim os eleitores recebam as verdadeiras informações. Ademais, o próprio internauta deve analisar criticamente as notícias adquiridas. Quem sabe, assim, a humanidade pode ser conscientizada e o fim das massas deixe de ser uma utopia.