Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 24/10/2018
Em mundo de mídias socais não é de se surpreender o impacto gerado por aplicativos e sites referentes a política e a conversação, numa sociedade que cada vez mais extingue maneiras antigas de notícias como: jornais, rádios e outros.
Temos assim então uma sociedade voltada para aquilo que lhe chega por meio das redes e correntes, favorecendo não somente a verdade como também as fake news que atualmente englobam a grande parte das notícias, geralmente espalhando-se 70% mais rápidas do que as reais.
Tratando-se de discussões políticas vemos aplicativos como o Facebook um grande palanque de discussões e debates referentes aos candidatos e idéias partidárias ou apartidárias.
Vimos no ano de 2018 candidatos como Jair Bolsonaro construírem sua campanha totalmente de maneira mediativa, já que seu tempo televisivo não ultrapassava a casa dos 3 minutos. Suas idéias e ideais compactuados com a aceitação pública lhe renderam mais de 40 milhões de votos e o levaram para o segundo turno, enquanto candidatos como Meireles que gastaram milhões em propagandas televisivas sequer ultrapassará a casa dos 20 milhões de votos.
Os impactos acarretados têm dois lados, enquanto notamos excelentes campanhas publicitarias de J. Bolsonaro, também é perceptível seu grande impacto negativo naqueles que não compactuam com seus projetos e acabam por compartilhar notícias que tendem a diminuir sua popularidade em meio as redes.
Convivemos em um meio aonde tudo ao nosso redor gira em torno da internet e da informação, discussões e debates são consequências da mesma. Projetos governamentais que incluam isso não somente nas redes, mas também de modo acadêmico nas escolas são necessários.
Aprendermos a expormos nossas idéias e discuti-las não somente é essencial como obrigação do cidadão ao exercer seus direitos democráticos presentes na constituição.