Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 30/07/2019

Uma pesquisa realizada pela Ipsos e Fecomércio-RJ (Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro) em 2016 estimou que 70% dos brasileiros tinham acesso à internet. Além disso, mais de 90% dos entrevistados declarou, na pesquisa, que acessar as redes sociais é seu principal intuito quando entram na internet. O que é uma grande oportunidade para os políticos fazerem suas propagandas governamentais.

Nos dias atuais, muitas pessoas estão conectadas á internet e não estão mais usando os métodos convencionais para saber as noticias, como assistir a televisão. O que influencia em como os governamentais iram convencer as pessoas a votarem neles, então, em grande maioria, esta “migrando” para as redes sociais para fazer isso, sendo “gente como a gente” e conquistando a simpatia do povo.

Com essa simpatia conquistada, eles induzem ideias e até fake news para seus seguidores, que aceitam e concordam ser verdades, mas nem mesmo procuram a confirmação de ser real. Isso se torna um problema, por além de enganar pessoas e até trocar seus ideais, torna elas ignorantes e ficam defendendo seus candidatos, mesmo sendo os argumentos mais ridículos possíveis.

O que poderia ser feito: os seguidores pararem de aceitarem tudo os que eles dizem e procurar, em fontes certas, as informações necessárias para comprovar a existência de tal noticia. E em relação aos políticos, talvez houver um administrador dessas contas nas redes sociais para fiscalizar as postagens do individuo, conferir se é verdadeiro e excluir os falsos.