Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 16/08/2019
De acordo com Albert Einstein, a política ideal é a democracia, para que naquela, todos fossem respeitados como indivíduos e não venerados. Porém, com o crescente uso das redes sociais, aumentou-se também a manipulação dos políticos na opinião das pessoas, fazendo com que alguns estivessem em uma posição privilegiada em relação a outros, e em certos casos, idolatria por parte do povo.
À princípio, antes do crescimento do uso das redes sociais, as campanhas políticas eram expostas na televisão, em canais abertos. De acordo com o dinheiro que era doado por terceiros nestas campanhas, a quantidade de representantes políticos eleitos e as coligações feitas entre os partidos, o tempo de TV variava muito entre os partidos mais privilegiados e os que não tinham muitos recursos. Dessa maneira, pode-se afirmar que antes, assim como hoje, havia uma manipulação da opinião pública, já que os partidos que tinham mais tempo para suas campanhas as teriam como mais vistas pela massa.
Com a ascensão de redes sociais, como o “Facebook”, “Instagram” e “Twitter”, as campanhas políticas começaram a ser divulgadas lá, já que o povo estava começando a utilizar esse meio de comunicação, e também como uma maneira de ter suas propostas mais espalhadas pela massa. Porém, com o uso de ferramentas como as notícias falsas, também chamadas de “fake news”, os políticos tinham uma maneira de manipular o pensamento das pessoas, e assim, iniciando debates e brigas entre as pessoas que defendiam seu ponto de vista, por vezes tendo como base uma notícia falsa.
Portanto, essa manipulação dos políticos, tanto nas redes sociais como na TV deve acabar. Uma maneira de diminuir essa influência seria a implantação de programas de computador ou de mais “sites” na internet em que as pessoas possam saber se notícias divulgadas por terceiros fossem reais ou falsas, através dos principais portais de notícias, assim, diminuindo essa influência política.