Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 11/10/2019

As redes sociais estão cada vez mais fáceis de ser acessadas por qualquer usuário que seja, fazendo com que informações, não só de política, sejam publicadas e vistas por qualquer pessoa, basta ter um aparelho conectado a internet. Devemos usar as redes sociais a favor de nós, para que possamos ter benefícios e tomar cuidado com as notícias falsas, pois qualquer pessoa atrás de uma tela de computador, celular, tablet e entre outros, pode publicar comentários de seu ponto de vista e que podem influenciar outras pessoas a mudarem sua opinião e ter um pensamento ‘’negativo’’ de algum partido político ou candidato a eleição. Não podemos acreditar em 100% das coisas que lemos e vemos na internet, devemos sempre estar atento e só ler sites confiáveis, se todos deixassem de ler sites que não são confiáveis, teríamos menos notícias falsas e isso poderia mudar a internet.

Como por exemplo, desconfia-se que alguns políticos usam as redes sociais para prejudicar seus concorrentes. Nas eleições de 2018, foi divulgado na revista online o Globo que Haddad havia acusado Bolsonaro de criar uma “organização criminosa” para espalhar fake news, ou seja, políticos utilizam as redes sociais para tirar votos de seus adversários e conseguir para si. Considerando um erro, disseminar informações falsas sobre outro concorrente.

Portanto, medidas são necessárias para solucionar o impasse. O Ministério da Ciência e Tecnologia em parceria com o Ministério da Justiça deveriam criar duas novas leis: A 1° consistiria na prisão permanente de pessoas, sem o direito a fiança, que divulgasse informações falsas pela internet e a 2°seria se políticos utilizassem as redes sociais para prejudicar seus adversários,seriam eliminados das eleições, essas duas leis seriam realizadas por meio de juízes e analistas de mídias sociais que conhecem sobre o assunto, com o objetivo de substituir leis que não funcionam e assim extinguiriam vários problemas relacionados à política nas redes sociais.

A proporção tomada pela internet foi tão imensa que a ONU afirmou que o acesso á internet é um direito humano e pede para que os países tentem proporcionar esse bem para toda a população. Hoje em dia foi confirmado pelo IBGE que o Brasil possui 116 milhões de pessoas conectadas, sendo isso equivalente a 64,7% da população acima de 10 anos de idade. Por mais que sejam números elevados, o ideal seria que mais pessoas pudessem ter acesso a internet para que as informações chegassem uniformemente para uma população como um todo.