Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 22/11/2019
Com o intuito de estimular o seu populismo no Brasil, Vargas utilizou o rádio para se comunicar com os cidadãos de todo o território nacional. Tendo em vista os grandes avanços da tecnologia, esse processo tornou-se mais imediato e eficaz. Isso se evidencia nos números de perfis criados nos meios digitais em consonância com as últimas eleições ocorridas.
Em primeiro lugar, nota-se o crescente acesso ao universo das mídias digitais. Segundo o G1, 70% população brasileira conecta-se à internet. Esse fato aumentou a quantidade de contas nas redes sociais, uma vez que elas são canais de difusão instantâneas de notícias. Decorrente disso, elas influenciam diretamente na vivência dos políticos com os votantes.
Convém lembrar ainda que, alguns concorrentes de cargos públicos disseminam informações errôneas, à fim de prejudicar os opositores. Para Baumann, a sociedade pós-moderna vive em tempos fluídos, haja vista que não se certificam de conferir as fontes das informações. Dessa forma, pode-se explicar o sistema que norteou a campanha de Bolsonaro e de vários outros estadistas, onde foram descobertas muitas fakes news publicadas em suas páginas comunicativas.
Considerando os aspectos mencionados, fica perceptível a necessidade de medidas para reverter a situação. O Ministério das Comunicações, juntamente com o poder Legislativo devem criar leis mais severas para essas situações, com a finalidade de punir de forma mais rígida os autores desses fatos. Somente assim, os brasilienses poderão passar pelo sistema de escolhas dos seus representantes democraticamente.