Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 13/03/2020

Muito se debate sobre o papel das redes sociais no cotidiano da população.Nota-se que a sociedade contemporânea é capitalista, e usa da internet do mundo globalizado para manipular o cenário político conforme mais vantajoso para quem está no poder. É inconcebível a seleção prévia de dados e o uso de “fake news” para induzir opinião pública.

Ao longo da eleição de 2018, houve a exploração do banco de dados e robôs, como estratégias eleitorais para prejudicar o adversário político. Exemplos de rede social é o Whats App e Facebook. Tais táticas estão ao redor do mundo, como na eleição de Donald Trump e a extrema direita da Espanha.Logo, é evidente a tamanha manipulação da conjuntura não só brasileira, mas global.

Na Coreia do Norte os cidadãos possuem sua própria rede de internet, a qual o governo restringe as informações que a população irá receber. Vale salientar que tal país vivencia uma ditadura. Portanto, vê-se algo em comum, uma vez que a ditadura é algo da extrema direita e a ascensão da mesma está clara.

Dessa forma são necessárias medidas capazes de garantir ao eleitor autonomia. Para tanto, as instituições escolares são responsáveis pela educação digital, com intuito de deixá-los cientes dos mecanismos utilizados por candidatos a cargos públicos - visto que as gerações estão cada vez mais cedo, imersas na tecnologia - e assim torná-los mais críticos. Por meio, também, de palestras, com profissionais acerca da política atual, expliquem aos estudantes como lidar com a mídia seletiva, além de enfatizar o cenário mundial mostrando-lhes que mesmos em luares distantes há métodos similares de persuadir. Acerca disso haverá um caminho traçado para uma futura sociedade emancipada que poderá definir seu sistema político conforme mais vantajoso para a mesma.