Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 27/04/2020
As redes sociais estão na vida de todo mundo, elas vão além do lazer, elas são uma das maiores fontes de informações da atualidade. Porém, nem sempre são informações confiáveis e em época de eleições as chamadas fake news (notícias falsas), tendem a aumentar, a fim de prejudicar os candidatos. Em uma época que é tão fácil manipular a opinião das pessoas, o uso das redes sociais para obter informações deve ser o mais cuidadoso possível.
De acordo com o site da folha, 90% dos eleitores do candidato Bolsonaro, acreditaram em alguma notícia falsa e 98% deles tiveram contato com elas. Isto evidencia que as redes sociais além de levar a informação, ela também pode influenciar de maneira negativa no resultado das eleições.
Além disso, também é válido citar o uso da internet para divulgar uma ação do candidato. Nas eleições de 2018, o atual presidente Jair Bolsonaro montou sua campanha pelas redes sociais, como o Twitter e Facebook, e acabou ganhando um exército de seguidores. Partindo disso, os candidatos apostam nas redes sociais para influenciar no voto do indivíduo.
Em suma, o uso das redes sociais para obter informações eleitorais deve ser feito com parcimônia, já que as informações encontradas lá podem ou não ser corretas. Para intervir nisso, o governo deve aumentar a punição para quem divulga estas notícias erradas, e intensificar o monitoramento dessas em época de eleição por meio dos provedores de internet. E também o ministério da educação deve criar palestras e aulas para abordar o assunto de disseminação de notícias falsas e criar debates sobre política a fim de criar um indivíduo que não possa ser facilmente influenciado pela mídia.