Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 27/04/2020

As redes sociais são um ótimo meio para a propagação de informações e anúncios, porém, desde 2016 tem se mostrado que as redes sociais estão tomando um rumo muito mais político que social. Mas para que isso seja possível alguns candidatos como “Trump” e “Bolsonaro” utilizam de redes como o twitter que não importa quanto comentários positivos ou negativos, quanto mais comentários uma pessoa ter mais ela irá aparecer para outras. Entretanto o Twitter bloqueou mundialmente todos os anúncios políticos, mostrando assim uma completa despreocupação de empresas como o Facebook, Instagram e Whatsapp.

Todavia como um meio de mídia social é um dever das empresas garantirem que os seus usuários possam usufruir da liberdade de expressão em suas plataformas, um direito que deve ser de fácil acesso a todos. Tal direito permite que políticos e pessoas que os apoiam possam divulgar coisas falando bem ou mal de determinado político, o problema é quando essas informações se tornam fake news, pois as fake news geram movimentos que compartilham falácias sobre determinado político.

Ainda que seja um dever das empresas garantir a liberdade de expressão, também é necessário que sejam bloqueadas anúncios sobre política em suas plataformas, pois tal não pode ser considerada uma propaganda que venderá um produto ou serviço, garantindo assim que tudo que esteja vinculado à política seja compartilhado exclusivamente por pessoas e não por empresas de anúncios.

No entanto cada pessoa pode ter infinitas contas nas redes sociais e a partir dessas contas secundárias compartilham as facenews ou coisas a favor de alguns políticos. Ao passo que isso aumenta cria-se uma onda de falácias sobre determinada pessoa que por muitas chega a pessoas que não querem se envolver com política em redes sociais. Uma solução para tal, seria a limitar o número de contas que um pessoa pode ter e com isso diminuir os impactos que causam na democracia brasileira.