Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 27/04/2020

As tecnologias de hoje não param de avançar, uma dessas são as redes sociais, em que os indivíduos utilizam para compartilhar, conversar e descobrir coisas novas. Porém essas redes tem seus lados negativos, como a influência política, com bases em suas pequisas e interesses pode fazer com que ele só pense naquilo que quer, sem importar com a opinião dos outros. Assim, em questões políticas, as redes sociais ajudam não somente os candidatos, como também a população a saber mais sobre e isso, pode gerar discordâncias entre a população.

Nos anos de eleição, os candidatos fazem campanhas, distribuem panfletos e discursam sobre o que irá fazer quando assumir o cargo. E juntamente com as mídias sociais, isso acaba se espalhando ainda mais, mas se os indivíduos que são contra algum candidato, ira postar algo negativo sobre ele, nisso faz com que tenha mais discussões. Assim, fazendo com que a sociedade se distancie e comece a julgar os outros por terem ideias diferentes da dele sobre seu partido.

Como dito anteriormente, sobre as mídias sociais, elas ajudam os candidatos na parte publicitária, ou seja, suas divulgações, como também faz com que as pessoas saibam e pesquisem mais sobre seus partidos e dos outros. E a utilização delas faz com que seja mais ecológico e barato para a campanha e ao mundo, pois se utilizarmos mais as redes, não precisaríamos de papéis para os panfletos e teriam menos lixo nas ruas. Assim, podemos dizer que a mídias sociais para as eleições são boas nesses sentidos.

Então, podemos concluir, que as redes sociais tem seus lados negativos, como divisão da população e julgamentos por conta de opiniões diferentes, como também seus lados positivos, por exemplo, a diminuição de lixo nas calçadas e do papel. Portanto, o Ministério do Meio Ambiente e da Cidadania, juntamente com pessoas voluntárias, deveriam fazer algumas lives online, em que não iria precisar utilizar nenhum recurso da natureza, fazendo palestras abertas para todo o público, falando sobre a política, candidatos e partidos. Isso será realizado durante o ano da eleição de um determinado cargo, como por exemplo, para a presidência do presidente do Brasil, e quem iria fazer as lives seriam os voluntários, e os representantes dos Ministérios seriam os fiscalizadores desses. E, como resultado, as pessoas teriam mais incentivos para pesquisar mais sobre outros partidos, assim, fazendo com que o preconceito e a divisão da população não exista mais.