Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 27/04/2020
As redes sociais, no mundo contemporâneo que residimos, tem um grande papel em disseminar informações com uma facilidade cada vez maior. Contudo, essa extrema facilidade, faz com que haja uma incrível quantidades de informações falsas sendo divulgadas, tanto por próprios políticos a fim de, gerar uma comoção em seus eleitores e dar credibilidade aos seus argumentos quanto por parte dos usuários casuais que, espalham informações em função de, passar uma falsa imagem sobre uma pessoa ou político apenas por interesses individuais. Esse tipo de ação deve ser combatido de forma rígida com intuito de evitar as conhecidas fake news.
Em primeiro plano, nota-se que o Brasil, possui uma quantidade relativamente alta de pessoas fazendo uso da internet, sendo representado por mais de 70% do seu total usando-a para fins diversos, segundo a pesquisa realizado pelo Cetic. Isso nos é evidenciado que, uma grande parcela de brasileiros está suscetível a receber as mais diversas informações sobre os mais diversos campos. Porém, no campo politico, vemos o uso de forma mal intencionado, exalando notícias que não possuem uma legitimação ou dados concretos, apenas com o intuito de convencer o leitor, fazendo assim, uma manipulação a fins políticos e sociais privando o indivíduo da verdade que o cerca.
Em segundo plano, vale dar destaque, a uma pesquisa feita pela Universidade de Oxford, em que grande parte das eleições feitas em cerca de 40 países, mostraram que a internet teve grande papel quanto a influência e persuasão adquiridas nesse processo. Isso evidencia que, por mais que vivemos uma Era, onde há presença forte da tecnologia, vemos a falta de preparo dos usuários e provedores de internet em ter recursos para filtrar informações veiculadas a falsa veracidade, situação esta, mais recorrente nos países da America Latina.
Assim sendo, é necessário que nosso Governo tome medidas, visando a transparência total quanto ao que se diz respeito à compartilhamento de informações. Portanto, é necessário que haja um desenvolvimento de um senso crítico desde cedo nos jovens, para que tornem-se eleitores capazes de ter um discernimento próprio e não ser influenciado facilmente pelas mídias sociais. E isso apenas será possível com auxilio com o superministério da cidadania e apoio das escolas, a fim de fortalecer e estimular essa concepção. E que o estado, juntamente aos governos locais, desenvolver algoritmos capazes de fazer a filtragem de dados que não possuírem cunho verdadeiro para que assim, seja possível desfrutar dos bens tecnológicos e termos uma política justa e saudável.