Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 27/04/2020

Com o primórdio do acesso a internet e suas variadas redes sociais, ficou mais compreensível a união de todo o mundo, principalmente o Brasil. Dando uma maior ênfase à política, as mídias nos ajudam a divulgar conhecimento de variados trabalhadores governamentais, ou seja, políticos, facilitando assim, a argumentação e exposição de opiniões dos internautas. Todavia, essa situação também permite a disseminação de conteúdos improcedentes sobre tais assuntos, desamparando políticos e a massa de moradores.

Por mérito da “Web”, os habitantes de todo o território conseguem enunciar e exprimir teses que são aptos a milhares de pessoas nas redes sociais, dando início a um meio muito categórico de informação e domínio quando se trata da política. Ainda assim, nem todos os dados propagados são de extrema confiança. As chamadas “Fake News” existem, as quais são usadas para degradar os cargos eleitorais usualmente, e manipular residentes leigos referentes a este tema, causando uma situação horrenda, como desespero e instabilidade.

Tal circunstância se amplia quando há um maior descaso por parte dos indivíduos em relação a busca de conhecimentos autênticos, em que ocasião o assunto tratado é política, dificultando então, a percepção da existência de notícias falsas. Assim, teoricamente, a maioria dessas notícias são dadas como verdadeiras e a contenda das chamadas “Fake News”, abordadas anteriormente, são difíceis de exterminar. Deste modo, graças a incompreensão, a população por si só, acaba tomando decisões erradas que irão prejudicar todos, em um futuro próximo ou distante de seu país.

Infere-se, então, que as redes sociais e a indiferença da população auxiliam na propagação dessas falsas notícias. Por conseguinte, os meios de comunicação, os internautas e as mídias tem o dever de se unir para combater tais “Fake News”, identificando e esclarecendo as informações falsas, visando atingir grande parte do país, além de alertar a todos com a cautela de escolha sobre determinados políticos durante o momento de incerteza.