Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 27/04/2020
Com a popularização da internet, tornou-se muito mais fácil a integração de pessoas por todo o Brasil. Em 1997, foram criadas as redes locais de conexão, as quais expandiram o acesso a todo território nacional. Infelizmente, não estão sendo usadas da melhor forma e acarretaram problemas em 2018 com a manipulação de votos pelos meios comunicacionais e o compartilhamento de “fake news” (notícias falsas).
É indiscutível que as informações passadas em redes sociais, televisões, rádios, entre outros, não nos fazem repensar a nossa própria opinião. Bem como quando certas informações são compartilhadas em massa para que grande maioria da população seja atingida e passe a refletir tal ponto, e a partir disso a grande massa passa a ter poder de manipulação, nesse caso dos votos nas eleições de 2018.
No entanto, nem todas as informações passadas são cem por cento verdadeiras e confiáveis. As chamadas “fake news” são usadas para informações errôneas na política e manipulação de cidadãos desinformados e desinteressados em buscar sites de informações confiáveis, dificultando a percepção da existência das notícias falsas e criando um cenário politico instável e imprevisível.
Portanto, diante dos fatos faz-se necessário que medidas sejam tomadas para que a informação seja compartilhada de forma segura e sem manipulações de opiniões. Cabe ao governo juntamente ao Estado promover aulas de educação tecnológica e de Filosofia com o objetivo de criar nos jovens senso crítico e apurar notícias falsas, contendo as “fake news” e a influência da internet sob seus pensamentos políticos. Com isso, teríamos jovens preparados para fazer escolhas políticas saudáveis para toda a população.