Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 27/04/2020

Atualmente, o mundo passa por uma modernização gigantesca em vários quesitos, como empregos, alimentos, comunicação, entre tantos outros. E, em 2018, chegou a hora da modernização política durante as eleições, a qual foi o principal assunto no final deste ano em razão da polarização dos eleitores brasileiros. Como a chegada de informação às pessoas agora é rápida, há um benefício na hora de votar. Porém, essa facilidade de compartilhar informação também gerou as “fake news”, notícias falsas que são compartilhadas.

A priori, é necessário citar os benefícios das redes sociais na Eleição de 2018 que elegeu o atual presidente, Jair Bolsonaro. A República começou em 1889, desde então, os representantes do país são escolhidos por eleições, começando com restrição à algumas condições. Com o passar do tempo, o direito de votar se tornou pleno, o conhecido sufrágio universal. Porém, desde o começo da República até o final da Ditadura Militar, o povo não era bem informado do que acontecia na política. Apenas os envolvidos naquele meio, consequentemente os mais ricos.

Porém, as eleições de 2018 evidenciaram uma faceta ruim dessa modernização, as notícias falsas. As chamadas “fake news” são notícias falsas compartilhadas a favor ou em detrimento de certa pessoa ou candidato. As fake news podem ter tido um papel importantíssimo na eleição do atual Presidente da República. Segundo o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachussets), essas notícias falsas espalham-se 70% mais rapidamente que as verdadeiras.

Em suma, é facilmente perceptível que as redes sociais podem mudar o rumo de um país, e isso foi evidenciado em 2018. Observado tudo isso, para mudar a recepção de informações do eleitor é necessário que crie-se eleitores mais racionais, ensinando nas escolas como identificar notícias falsas por meio de aulas, além de ensinar como se comportar frente a uma pessoa com opinião diferente, coisa que não se viu muito nas últimas eleições.