Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 27/04/2020
Após a terceira revolução industrial, onde a eletrônica se mostra verdadeiramente como modernização da indústria, profusos fatores mudaram ao redor do mundo. Antes de mais, a grande sequência de dados passado de pessoa por pessoa se torna mais acessível e, por isso, opiniões mudam o tempo inteiro.
Primeiramente, com a chegada dos processos eletrônicos, pessoas que se destacam por seus feitos na internet, se tornam influenciadores digitais, tais que, possuem grande influência sobre seus seguidores.
Felipe Neto, um influenciador digital que soma mais de 35 milhões de inscritos em seu canal e, desde sempre expõe sua opinião política livremente na internet, logo, seu ponto de vista certamente molda opiniões de pessoas que o acompanham.
Ademais, devemos ressaltar a grande quantidade de “fake news” que rondam a internet. Nas eleições de 2018, falsos ataques a Fernando Haddad foram visados na internet. Segundo o site de pesquisas “El País” a candidatura de Bolsonaro foi beneficiada por conta de uma grande manipulação de opinião política através de “fake news”.
Em suma, a atuação do governo é fundamental para que haja uma felicidade maior ao eleger um candidato. No entanto, o ministério da educação deve se dar a preocupação de inserir uma nova matéria escolar: filosofia política, para que os alunos, desde mais cedo, possam concretizar seu ponto de vista político sem a interferência de outras pessoas e “fake news”. Outra importante atuação do governo é a pressão aos coordenadores de redes sociais, para que possam aprimorar o sistema de filtros de informações falsas.