Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 27/04/2020

A Quarta Revolução Industrial trouxe muitos avanços na forma como trabalhamos vivemos e nos relacionamos. É, portanto, uma reformulação de regras em que não é mais uma fase do desenvolvimento tecnológico, sobretudo na rapidez e agilidade de compartilhamento e de ideias e de pensamentos entre pessoas. Entretanto, muito desse informativo tem se agravado prejudicando a sociedade, assim, como resultado a manipulação de redes sociais para uso político e a influência das redes sociais sobre as eleições. Nesse sentido convêm analisar as causas, consequências e as possíveis soluções para esse impasse.

Em consequência disso, pode-se mencionar o conteúdo de perfis e paginas que aumentam a importância de assuntos e de candidatos com propagandas direcionadas a um público específico, além de proporcionar uma relação entre o candidato e eleitores. Ademais, uma pesquisa realizada pela universidade de Oxford, aponta o aumento de 48 países que tiveram influências de partidos políticos nas eleições, persuadindo as pessoas com manipulação de informação e notícias a seu favor.

Além disso, a polêmica eleição presidencial americana de 2016 em que a campanha de Donald Trump um candidato do Partido Republicano usou dados de 50 milhões de usuários do Facebook. Esse resultado, em conjunto a participação das pessoas nas redes sociais, demonstram o grande poder de influência e manipulação individual que a internet e as redes sociais adquiriram nos últimos anos.

Em virtude dos fatos mencionados faz-se necessária a intervenção governamental para melhoria desse sistema. Assim sendo, o Ministério da Educação deve elaborar campanhas políticas para os alunos, com um foco no desenvolvimento e senso constitutivo da política, dessa forma dificultando o informativo nas redes sociais.