Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 27/04/2020

A internet contribui em deveras coisas, entre elas, a criação da opinião política. Em específico, as eleições de 2018 dividiram as opiniões dos brasileiros e isso ficou claro nas redes sociais. Era muito comum ver amigos, parentes e tudo mais brigando por suas ideologias. Entretanto, cabe a reflexão se realmente vale a pena acabar com amizades por política.

Primeiramente, opinião não é algo que se discute, cada um possui a sua e isso basta. Todavia, algo que marcou muito as eleições foram as “trocas de farpas” entre vários “Youtubers”, entre eles, o músico Nando Moura e o influenciador Felipe Neto, que chegaram até a se processar, por difamação e outros casos. Isso retrata a realidade que o Brasil passou durante este período de eleições. E após o candidato Jair Bolsonaro ter ganhado as eleições, isso esquentou mais o clima nas redes sociais, onde gerou publicações que diziam, por exemplo, que eleger o Bolsonaro seria trazer de volta a ditadura militar, outros compararam o mesmo com o ditador Adolf Hitler.

Por outro lado, as redes sociais pode criar novos laços entre pessoas que compartilham as mesmas ideias. Várias pessoas que concordavam entre si ideologicamente começaram a se unir,e tudo isso graças às redes sociais. Outro fator é que as próprias redes sociais fizeram com que grande parte da população que não se interessavam por política, começaram a estudar e criar seus próprios pensamentos.

Após o que foi exposto, ficou se claro a importância que as redes sociais exercem no Brasil. Por isso, é de responsabilidade da administração das redes sociais criarem uma restrição em publicações políticas, pois, visto o que se passou nas eleições, irá diminuir os discursos de ódio, racismo, etc. Outro fator é aplicar punições ou banir das redes sociais qualquer um que exerça discurso de ódio ou qualquer outro ato que ofenda as opiniões alheias.