Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 27/04/2020

Atualmente, as redes sociais se tornaram uma parte fundamental na rotina da grande maioria dos brasileiros - já que, de acordo com o IBGE, cerca de 181,1 milhões de pessoas têm acesso à internet. De fato, redes como o Twitter, o Facebook e o WhatsApp foram bem movimentadas durante a época das eleições de 2018, já que eram plataformas onde as pessoas compartilhavam suas opiniões e suas indignações sobre determinados políticos.

Em primeiro lugar, deve-se ser lembrado que durante muito tempo, as propostas dos candidatos eram divulgadas por meio de instrumentos como o rádio e a televisão, onde eram passados apenas alguns minutos de propaganda. Hoje, os mesmo tem um espaço de tempo maior para a disseminação de suas propostas, visto que eles podem usar suas redes sociais para defenderem seus pontos de vista e para dialogarem com os eleitores.

Porém, mesmo com esse aspecto positivo, ainda estamos habilitados à recebermos as chamadas “Fake News” (notícias falsas), que são publicadas e chegam até a linha do tempo dos usuários dessas redes, e em meio a tantas informações, passam despercebidas. Essas notícias se espalham de maneira muito rápida, principalmente quando a manchete é extremamente chamativa, que em muitas vezes nem leem toda a matéria apresentada e já compartilham, causando um pânico desnecessário.

Em resumo, depois dos argumentos apresentados, é fato que as escolas devem oferecer palestras e apresentações, feitas por professores, a fim de apresentarem dados e informações a respeito das redes sociais e as notícias que se encontram nela. Assim, no futuro, essas crianças passarão a diferenciar informações falsas e verdadeiras e entenderão sobre o que deve ou não ser compartilhado na Internet.