Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 27/04/2020
As redes sociais, como YouTube, Twitter, Whatsapp e Instagram, são o principal meio de transmissão de notícias e comunicação entre as pessoas no ano de 2020 e, mais que os jornais, cada notícia presente nelas tem grande peso.
Essas notícias, que muitas vezes abragem um grande número de pessoas, tem grande capacidade de indução de opinião em gente ainda não muito ciente da sua capacidade de influência, permitindo assim a divulgação das famosas “fake news”, ou notícias falsas numa tradução direta. As fake news consistem de notícias falsas, geralmente de cunho político, com o intuito de difamar ou promover alguem ou algo, e atingem principalmente pessoas mais velhas, não muito acostumadas com o avanço das redes sociais e da internet. Os idosos, sendo o grupo que mais cresceu em relação ao uso das redes sociais, tem cerca de 1/4 de sua populção nos celulares e computadores, se tornando alvos fáceis para propagandas políticas.
As fake news também não atingem só os idosos, grande parte da população abaixo de 20 anos, que tem uma personalidade e opinião em processo de formação, vive todos os dias na internet, e a presença de notícias políticas pode acabar gerando alienação e formar opiniões com base em mentiras, tanto que não é difícil hoje em dia se ver jovens alienados no twitter ou até nas rodas de amigos.
Lógico que as fake news não são um problema fácil de se resolver, e um filtro de informações para as redes sociais é ímpossivel, por mais que fake news sejam problemáticas, a censura nunca deve ser justificada, então, a distribuição de mais informações e notícias alertando sobre os perigos de notícias de cunho político feitas pelo Ministério da Educação feitas principalmente para os idosos e jovens seria de grande apoio na resolução desse problema, permitindo a eles uma visão mais limpa e rigorosa em torno desse problema.